sábado, 13 de dezembro de 2008




CASAMENTO LILA & SCOTT.

 

“Bem vindo a todos que estão aqui para testemunhar esta especial expressão de amor, a união de Scott e Eliese. É uma honra para eles ter vocês aqui brilhando como estrelas de diferentes cantos do mundo, todos conectados pela mesma energia. Cada um de vocês tem grande importância na vida deles.

            Nós reconhecemos que estamos hoje nas terras uma vez floridas pelo povo Guringai. O povo Guringai são os tradicionais guardiões dessa terra e uma das culturas mais antigas do mundo. Então prestamos nosso respeito ao povo Guringai.

Esta é uma cerimônia sagrada para Scott e Eliese, esses dois espíritos se encontraram nessa vida para seguirem juntos numa missão de amor juntamente com a família, amigos e guias espirituais, porque na vida estamos todos conectados de alguma forma.

Também devemos lembrar da querida mãe de Scott, que partiu dessa vida em 13/11/1979 mas seu amor de mãe ainda brilha através de Scott e que esse amor verdadeiro abençoe a união de Scott e Eliese.

            Scott e Eliese acreditam que somos discípulos da mãe natureza. Uma luz, uma força, um Criador que nos deu o poder de verdadeiramente viver à vida que almejamos dentro do que acreditamos para atingirmos nosso objetivo na vida. Para eles a igreja e tudo a nossa volta, o gramado e o tapete, as árvores são os pilares, o céu e o teto. O universo com a sua imensidão mostra quanto pequenos somos dentro dele. Scott e Eliese acreditam que o amor verdadeiro e um compromisso de coração, mente e espírito.

            Eles estão compartilhando hoje um profundo e sagrado compromisso de confiança. Seguem juntos um para o outro e estão felizes em mente e espírito. Esperam em cada dia uma benção na realização dos seus sonhos.” ( Declaração de casamento do casal, lido pela Dna. Taina )

 

            O casamento da Lila e do Scott ocorreu ao ar livre no Jamienson Park a beira de um lago. Ela chegou num barco com o M. Bruno e o outro barqueiro remando. Havia flores no caminho e fardos de feno para os convidados sentarem. O noivo estava de roupas simples e chinelo de dedo. No centro, a beira do lago, foi feito um círculo com bambus onde foi realizada a cerimônia de casamento.

            O celebrante era um aborígene, estando presente também uma celebrante civil autorizada. O aborígene tocou didgerido, utilizou fumaça e fez pinturas no rosto dos noivos, pais e padrinhos que estavam dentro do círculo. Um australiano me disse que o aborígene utiliza-se de determinados rituais e pinturas para “fechar” um círculo de energia e guarnecer o casal no relacionamento que estão iniciando.

            Interessante do ritual é que a celebrante pede ao pai da noiva se ele concorda em passar a guarda da filha. Isto se deve a tradição, onde uma jovem deveria estar sob a autoridade e proteção de um homem que era o chefe da família, usualmente seu pai ou irmão mais velho.

            O lugar era muito bonito e depois de dois dias de chuva brilhou um lindo sol. A festa continuou ao ar livre com relato de fatos pitorescos do noivo, palavra dos pais dos noivos e uma apresentação artística de dança aborígene. É claro com didgeridoo.

            M. Bruno e a Dna. Taina estavam radiantes de energia, assim como os noivos e convidados. Mesmo sendo uma cerimônia diferente foi como é feito na União, com simplicidade e grande significado.

            Que o Mestre esteja na vida e no coração deste lindo casal. 


4 comentários:

Tati Bastos disse...

Puxa, que suuper!! Esta eu gostaria de assistir.

Paula Bastos disse...

Nossa! Lindo mesmo...

Danilo disse...

Legal mesmo! Gostei também.!

PHILOSOPHY, KNOWLEDGE AND ART disse...

Que bacana Alberto! E vc ali...Guardião do Arco Iris. Tri!
Grande Abracadabraço
Hique